quarta-feira, julho 04, 2007

Feira de Santo António em Reguengos de Monsaraz

A equipa esteve presente nas festas da cidade, no pavilhão da nossa entidade promotora- Santa Casa da Misericórdia















Da esquerda para a direita, a psicóloga Carla Ferro,
a assistente social Helena Augusto e a terapeuta da fala Ana Raquel

segunda-feira, julho 02, 2007

o cantinho da Leitura

O QUE AS CRIANÇAS NOS ENSINAM
Piero Ferrucci

Sinopse: "(...) viver com os nossos filhos enriquece-nos e transforma-nos. É como frequentar um curso de estudo acelerado que nos faz passar pelas principais experiências da vida com uma compreensão mais profunda e uma atenção mais intensa do que habitualmente: a beleza, o amor, a inocência, a brincadeira, a dor, a morte, tudo é iluminado por uma nova luz." Escrito por um conceituado psicólogo, Piero Ferrucci, este livro revela-nos uma abordagem inteligente e plena de alma e afectividade sobre a experiência profundamente transformadora da paternidade. Os planos universal e pessoal coabitam, complementando-se, nestas páginas incólumes, e estereótipos ou falsos sentimentalismos que nos mostram de que modo o convívio com as crianças pode construir uma oportunidade única de crescimento interior. Uma viagem cativante, íntima e amplamente informativa ao universo das crianças, que desperta o desejo de reaproximação à beleza e inocência, à realidade surpreendente e intensa do mundo infantil.

http://www.editpresenca.pt/

O GRANDE LIVRO DA CRIANÇA

Sinopse: T. Berry Brazelton, um pediatra norte-americano de renome, descreve o processo complexo da evolução de uma criança desde a sua gestação até aos 6 anos. Este livro está organizado em três partes temáticas:- pontos de referência do crescimento comportamental e emocional: o sono, a alimentação, aprender a andar, comunicação, disciplina, auto-estima e sexualidade;- factores desfavoráveis ao desenvolvimento: alergias, enurese, choro, depressão, divórcio, manipulação emocional, receios, doenças, rivalidade entre irmãos e não aceitação da escola;- factores favoráveis ao desenvolvimento: o papel do pai e da mãe, dos avós e dos amigos.Um livro onde os temas são apresentados em forma de consulta, onde cada questão é resolvida à medida que surge nas visitas do bebé ao consultório, em jeito de conversa informal mas muito meticulosa esclarecedora em relação a todas as dúvidas e precauções dos pais. Ao mesmo tempo são feitos acompanhamentos e aconselhamentos relativos às três áreas mais relevantes do desenvolvimento - o motor, o cognitivo e o emocional.

http://www.editpresenca.pt/


AS DEZ REGRAS DE OURO PARA PAIS
Kevin Steede

Sinopse: A maior parte dos pais deseja desempenhar um papel activo e eficaz na educação dos filhos, mas, nos dias que correm, acabam muitas vezes por relegar o seu papel de educadores para segundo plano, já que despendem grande parte do seu tempo nos compromissos diários. Nesse sentido, este manual incide sobre os problemas mais comuns com que a maioria dos pais se debate e as estratégias a seguir na resolução dessas problemáticas. No final dos capítulos é incluída uma checklist dos pontos essenciais neles tratados, bem como um autoteste para se assegurar de que os fixou. E lembre-se: o sucesso na educação dos seus filhos passa por um envolvimento total da sua parte, por isso evite os dez erros mais comuns que muitos pais cometem e que são aqui analisados.

http://www.editpresenca.pt/

quarta-feira, junho 20, 2007

Curso teórico-prático sobre a Clínica do Desenvolvimento Infantil - A Fenomenologia Desenvolvimental

Realiza-se nos dias 27 e 28 de Setembro de 2007, no Auditório da Casa da Música em Óbidos, o Curso teórico-prático sobre a Clínica do Desenvolvimento Infantil - A Fenomenologia Desenvolvimental.

A abordagem clínica das Perturbações do Desenvolvimento Infantil exige um conhecimento profundo da nosologia e da nosografia desenvolvimentais, com particular ênfase para os Défices Cognitivos, para as Perturbações Específicas da Linguagem, para as Perturbações do Espectro do Autismo, para as Dificuldades de Aprendizagem (Dislexia, Disgrafia e Discalculia), para a Perturbação da Coordenação Motora e para as Perturbações da Atenção.
Mas a abordagem clínica das Perturbações do Desenvolvimento Infantil exige, também, conhecimentos muito sólidos em matéria de semiologia desenvolvimental, área que não tem sido suficientemente tratada em reuniões da especialidade.

Relativamente ao flapping dos braços, por exemplo, poderíamos, de uma forma sumária, levantar as seguintes questões:
É sempre patológico? Não sendo sempre patológico, até que idade se poderá observar? Quais são as características diferenciais deste sinal relativamente a outros muito similares? Em que perturbações do desenvolvimento infantil poderá este sinal ocorrer e qual o seu relevo nosológico?
Relativamente à Desatenção, sabe-se que este sintoma e sinal poderá ocorrer, entre outras hipóteses, na Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção, no DAMP, nas Perturbações do Espectro do Autismo, nos Défices Cognitivos, na Perturbação Cognitiva Não-Verbal, na Depressão, na Perturbação Bipolar da Infância, na Perturbação Múltipla e Complexa do Desenvolvimento e nas Perturbações Psicóticas. Poderemos, então, levantar algumas questões:
De um ponto de vista semiológico, poderá haver diferentes Desatenções? Poderá a Desatenção corresponder a uma entidade independente? Poderão ser propostas diferentes modelos de intervenção, em função das características semiológicas da Desatenção?
Consulte o programa do curso em http://www.nasturtium.com.pt/detalhes_f.php?id=25
Com os melhores cumprimentos.
Teresa Condeço
NASTURTIUM
WWW.NASTURTIUM.COM.PT

conferencia PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: DO DIAGNÓSTICO À INTERVENÇÃO

O Centro de Desenvolvimento Infantil de Braga e a Associação do Minho de Portadores de Trissomia 21, têm o prazer de convidar Vossa Excelência para a Conferência "PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: DO DIAGNÓSTICO À INTERVENÇÃO", dirigida pelo Dr. Miguel Palha, Pediatra do Desenvolvimento e director clínico do Centro de Desenvolvimento Infantil - DIFERENÇAS, no dia 25 de Junho de 2007, das 21h.30 às 23h.30, no Auditório do Instituto Português da Juventude, na Rua de Sta Margarida nº 6.
A inscrição é gratuita, mas obrigatória.
Para mais informações, visite www.cdibraga.com
O quê
Reunião
Quando
2007-06-25 de 21:30 até 23:30
Onde
Auditório do Instituto Português da Juventude, na Rua de Sta Margarida nº 6
Nome
CDI Braga Francisca Portugal Dra. Mª José Costeira
Email para contacto
cdibraga@hotmail.com
Telefone para contacto
961235497 939727582 936611069

sábado, junho 16, 2007

AS CRIANÇAS E OS LIVROS: ALGUNS CONSELHOS PARA OS PAIS

Muito se tem escrito e dito sobre a importância dos professores, educadores e bibliotecários no desenvolvimento do gosto pelo livro e pela leitura nas crianças e jovens. No entanto, o papel da família torna-se também fundamental, não só no acompanhamento da aprendizagem da leitura e da escrita, mas no fazer despertar na criança o GOSTO pelo livro desde a mais tenra idade.

Torne a leitura uma prática em casa: deixe que os seus filhos o vejam ler.

Arrume os livros em lugares acessíveis: deixe que eles mexam nos seus livros, mesmo que não os saibam ler.

Leia-lhes livros em voz alta: as crianças aprendem a ler por ouvirem ler bem.

Se o seu filho pequenino pedir para lhe ler sempre o mesmo livro, faça-o, mesmo que isso o aborreça a si: a repetição ajuda-os a adquirir memorização e a noção de sequência.

Encontre tempo para a leitura no dia-a-dia familiar – crianças que lêem pelo menos meia hora por dia serão potenciais bons leitores.

Leve-os à biblioteca municipal da sua região: nela encontrarão actividades ligadas ao livro e à leitura, exposições e um sem-número de livros para toda a família.

Entre com os seus filhos nas livrarias como entra em outras lojas.

Compre ou requisite sempre livros adaptados à idade dos seus filhos — peça conselhos aos bibliotecários e aos livreiros.

Nos aniversários dos amiguinhos, ofereça livros: os seus filhos perceberão que o livro pode ser um objecto de prazer.

http://www.iplb.pt

domingo, junho 10, 2007

Correr em Família no 12º Grande Prémio de Atletismo da cidade de Reguengos

A manhã de Domingo estava nublada, mas foram muitas as pessoas (perto de mil referia a organização) que se reuniram na Praça central da cidade de Reguengos para correrem no 12º Grande Prémio de Atletismo desta linda localidade.
Como não puderíamos ficar de fora desta iniciativa local, o PIPREM aliciou algumas familias a participarem na actividade do Correr em Família que está inserida no Grande Prémio de Atletismo. E foi ver pais, filhos, irmãos, uma madrinha e alguns dos técnicos do PIPREM equipados a rigor, com ténis, fato de treino, uma t-shirt do PIPREM e o número individual de participante, prontos para percorrerem 3 kms.
Uns correram mais, outros optaram por andar durante o percurso, mas o que é certo é que todos chegámos ao fim! :) Demos os parabéns ao Ruben e aos pais, que, do nosso grupo, foram os primeiros a cortar a meta.
Aqui ficam as fotos para mais tarde recordar!
Da esquerda para a direita Henrique, Inês e Ruben.

A familia Ferro.

A pequena Inês e a sua mãe Arnaldina, do lado esquerdo, e a Educadora Zézinha, à direita.

Da esquerda para a direita, a psi Vânia e as educadoras Zé e Zézinha.

A repetir para o próximo ano!

terça-feira, junho 05, 2007

DEBATE PARLAMENTAR PETIÇÃO INTERVENÇÃO PRECOCE

Boa tarde,

Informo todos os destinatários desta mensagem electrónica, que a petição que certamente muitos de Vós subscreveram, pela melhoria da intervenção precoce na infância em Portugal, será discutida em plenário da Assembleia da República no próximo dia 15 de Junho de 2007 pelas 10h00.

Melhores Cumprimentos,
Rui Manito
Grupo Misto de Pais e Técnicos pela Intervenção Precoce
Telem. 96 258 98 22

sexta-feira, junho 01, 2007

SER CRIANÇA



"Ser criança é acreditar que tudo é possível.

É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco

É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos

Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.

É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.

Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.

Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser."


(Gilberto dos Reis)

Sabias que, como criança, tens direitos?
Em 1959 a ONU (Organização das Nações Unidas) escreveu e aprovou a "Declaração dos Direitos da Criança".
Esta declaração é composta por 10 artigos, muito simples, que dizem respeitos ao que podes fazer e ao que as pessoas responsáveis por ti devem fazer para que sejas feliz, saudável e te sintas seguro.(É claro que tu também tens responsabilidades para com as outras crianças e para com os adultos para que também eles gozem dos seus direitos.)
Vamos conhecer os 10 princípios da "Declaração..."?


Princípio 1ºToda criança será beneficiada por estes direitos, sem nenhuma discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião, país de origem, classe social ou situação económica. Toda e qualquer criança do mundo deve ter seus direitos respeitados!


Princípio 2ºTodas as crianças têm direito a protecção especial e a todas as facilidades e oportunidades para se desenvolver plenamente, com liberdade e dignidade. As leis deverão ter em conta os melhores interesses da criança.


Princípio 3ºDesde o dia em que nasce, toda a criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país.


Princípio 4ºAs crianças têm direito a crescer e criar-se com saúde. Para isso, as futuras mães também têm direito a cuidados especiais, para que seus filhos possam nascer saudáveis. Todas as crianças têm também direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica.


Princípio 5ºCrianças com deficiência física ou mental devem receber educação e cuidados especiais exigidos pela sua condição particular. Porque elas merecem respeito como qualquer criança.


Princípio 6ºToda a criança deve crescer num ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as mais pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário (para bem da criança). O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.


Princípio 7ºToda a criança tem direito a receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver as suas habilidades.E como brincar também é uma boa maneira de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e de se divertir!


Princípio 8ºSeja numa emergência ou acidente, ou em qualquer outro caso, a criança deverá ser a primeira a receber protecção e socorro dos adultos.


Princípio 9ºNenhuma criança deverá sofrer por negligência (maus cuidados ou falta deles) dos responsáveis ou do governo, nem por crueldade e exploração. Não será nunca objecto de tráfico (tirada dos pais e vendida e comprada por outras pessoas).Nenhuma criança deverá trabalhar antes da idade mínima, nem deverá ser obrigada a fazer actividades que prejudiquem sua saúde, educação e desenvolvimento.


Princípio 10ºA criança deverá ser protegida contra qualquer tipo de preconceito, seja de raça, religião ou posição social. Toda criança deverá crescer num ambiente de compreensão, tolerância e amizade, de paz e de fraternidade universal.


Se tudo isto for cumprido, no futuro as crianças poderão viver em sociedade como bons adultos e contribuir para que outras crianças também vivam felizes!


este texto foi retirado do site


DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?
Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.
As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!
Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.
Sabias que mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever? E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.
Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.
Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:- afecto, amor e compreensão;- alimentação adequada;- cuidados médicos;- educação gratuita;- protecção contra todas as formas de exploração;- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigosEstão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!


Dia Mundial da Criança em Portugal

Logo desde o início da comemoração do Dia Mundial da Criança, a 1 de Junho, Portugal participou logo nessa celebração.
Os governantes portugueses achavam importante colaborar em tudo o que mostrasse que se preocupavam com o bem-estar das nossas crianças!
No entanto, por causa do regime de Salazar, ao princípio nem tudo correu bem.Apoiava-se a "Declaração dos Direitos da Criança", mas não se fazia nada para que os seus 10 importantes princípios fossem cumpridos.
Depois do 25 de Abril, o Dia da Criança foi mais festejado e os pequenos portugueses tiveram direito a leis próprias que ficaram escritas na Constituição da República!
Estas leis estavam relacionadas com a educação, saúde e família.
A 21 de Setembro de 1990, pouco depois da " Convenção dos Direitos da Criança" se tornar uma lei internacional, Portugal ratificou o documento.Ou seja, comprometeu-se a cumprir o que lá está escrito e obedecer aos seus 54 artigos.
Isto significa que o governo português deve fazer todo o possível para que as crianças beneficiem dos direitos que estão na "Convenção...".
Infelizmente, mesmo com a "Convenção dos Direitos da Criança", ainda existem crianças:- que sofrem maus tratos;- com má alimentação;- que são obrigadas a trabalhar como adultos;- que não vão à escola.
Apesar de vivermos numa sociedade muito evoluída, a preocupação com as crianças tem de continuar.
Porque ainda há muitos países do mundo onde os mais pequenos continuam a trabalhar muitas horas, sem ir à escola e ganhando quase nada.
Sabias que em Portugal ainda existem centenas de crianças nesta situação?Todos podemos contribuir para mudar isto.
Ajuda os pais, mas não faltes à escola: cria um futuro melhor para ti!

este texto foi retirado do site:
http://www.junior.te.pt

segunda-feira, maio 14, 2007

Um Livro - um sorriso!!!


Se tens livros em casa e não sabes o que fazer com eles?!!



Manda para o PIPREM (Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz Av. Dr. António José de Almeida, 14 Ap. 61 7200-372 Reguengos de Monsaraz), pois há muitos pais que não têm possibilidades de comprar livros para os seus filhos (dos 0 aos 6 anos) e com a TUA ajuda podemos ver um sorriso a nascer!


Contamos contigo!!!

segunda-feira, maio 07, 2007

Um dia especial


Antes

Depois

No dia 4 de Maio o PIPREM quis proporcionar à mãe Natividade um dia diferente!


Fomos à esteticista e ao cabeleireiro... as imagens falam por si!!


(É tão bom ver o brilhozinho nos olhos da nosa mãe...e o sorriso que contagia os nossos corações!)


Queremos agradecer a colaboração do salão Dade Migueleito Cabeleireiros e da cabeleireira Clarinha, pois sem vossa ajuda este dia não teria sido possível!










História do dia da MÃE

Há historiadores que reclamam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.Também em Roma, a Mãe era celebrada em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra popularizou o "Domingo da Mãe" nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.O Cristianismo instituiu a festa da "Igreja Mãe", verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males. Habitualmente, esta festa da Igreja fora sendo associada também à celebração do "Domingo da Mãe".Também no continente Americano, mais concretamente nos Estados Unidos, as comemorações do Dia da Mãe foram sugeridas, pela primeira vez, por Julia Ward Howe no ano de 1872, um dia cujo significado fora assumidamente associado a um dia de Paz contra o flagelo da Guerra Civil.Porém, o verdadeiro Dia da Mãe é comumente associado a Anna Jarvis.Aos 41 anos de idade, Jarvis perdera a sua mãe. Com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães.Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familiares.Mas foi em 1907 que Anna empreendeu o esforço necessário à instituição do Dia da Mãe. Com a ajuda de seus amigos, empreendeu uma campanha por correio com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.Os seus esforços goraram o efeito desejado, e foi a 10 de Maio de 1908 que, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe.Para adornar a cerimónia foram utilizados cravos vermelhos, a flor favorita da mãe de Anna. Desde então, os cravos vermelhos converteram-se no símbolo da mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram.A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul.Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.Em Portugal, o Dia da Mãe foi comemorado, em tempos idos, no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira de Portugal. Também o Dia 13 de Maio é ainda hoje associado às comemorações da Mãe. Porém, actualmente foram instituídas as comemorações do Dia da Mãe, no primeiro Domingo do mês de Maio.

Fonte: AEIOU

quarta-feira, maio 02, 2007

Minutos de Leitura

A editora Minutos de Leitura tem estórias de encantar... passe por lá em:



"Os nossos livros reflectem a inocência e a imaginação das crianças, através de temas com os quais elas se identificam, com muito humor e uma atitude desmistificadora dos seus medos, e, sempre, com ilustrações maravilhosas e imaginativas, ajudando assim os pais a educar e a comunicar melhor com os seus filhos. Queremos transmitir uma boa atitude!"

o cantinho da Leitura

A partir desde mês o PIPREM irá sugerir aos nossos leitores alguns livros recomendados para pais, que podem ajudá-los na arte de educar, de brincar e de estar...

O Pequeno DitadorDa criança mimada ao adolescente agressivo de Javier Urra

Editor: Esfera dos Livros
Colecção: Psicologia e Saúde
ISBN-13: 9789896260538
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 412
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 16 x 24 x 3 cm

Sinopse
Ouvimos falar de violência na escola, vemos notícias de professores que não conseguem controlar alunos indisciplinados, de crianças que humilham e maltratam os seus colegas. Mas há uma nova realidade, invisível, fechada em quatro paredes que é fundamental enfrentar: os pais são vítimas da violência dos filhos dentro das suas próprias casas. Actualmente existem casos de filhos que batem nos pais. Crianças mimadas, sem limites, a quem tudo se consente, que organizam a vida familiar, dão ordens aos pais, chantageiam quem os tenta controlar. Crianças que se tornam jovens agressivos, que enganam, ridicularizam os maiores, que não hesitam em roubar a carteira da mãe. Adolescentes que desenvolvem condutas violentas e marginais. Em suma, filhos que impõe a sua própria lei. É preciso educar no respeito e afecto, transmitir valores, falar com as crianças, ouvi-las, ensiná-las a aceitar as frustrações, impor limites e exercer a autoridade sem medo. É preciso recorrer a ajuda especializada sem vergonha.

Livro de Reclamações das Crianças de Eduardo Sá
Editor: Oficina do Livro
Colecção: Comportamento
ISBN-13: 9789895552481
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 104
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 15 x 21 x 1 cm
Sinopse
Mal sabem os pais o que as crianças são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas.
Os pais são a entidade reguladora das reclamações das crianças. São, digamos assim, rezingões como elas. Tão depressa são os “donos da bola” dos caprichos como os mais habilidosos “números 10” da pieguice e da lamúria. Os pais são o rei leão, quando se trata de proteger, ou um bambi carinhoso, quando um filho os aninha num abraço. E imaginam que o mundo das crianças seria mais fácil se alguém as equipasse com um manual de instruções. Mal sabem os pais o que as crianças (mesmo as mais pequeninas) são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas. Neste livro só lhe damos o mapa do tesouro. Logo que o sinta, por entre as palavras das crianças, faça o favor de o procurar pelos seus dedos. No espaço que vai entre os olhos dos seus filhos e o seu coração.

Excerto da obra“Um adulto é uma pessoa que trabalha para comprar um carro todo equipado. De resto, é uma pessoa igual às outras.”Luís, 10 anos
“Os adultos dizem para nós não gritarmos mas, depois, são eles que gritam. Às vezes, a minha mãe diz: «João, não grites que me dói a cabeça!» e depois chama-me
«JOOÃÃÃÃÃÃOOOOO».João, 10 anos
“Eu acho que os adultos, às vezes, vivem muito separados uns dos outros.”Inês, 10 anos
Favorecer a Auto-Estima dos 0 aos 6de Danielle Laporte
Editor: Climepsi Editores
Colecção: Crescer & Viver
ISBN-13: 9789727962475
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 96
Dimensões: 16 x 23 x 1 cm
Sinopse
As experiências de êxito constituem um importante contributo adicional na regulação narcísica e reforço da auto-estima: sucesso físico, intelectual e afectivo; sobretudo, este último. «Gostam de mim; sou gostável e gostado» – eis o que cada um deseja e precisa para se sentir bem consigo mesmo: o ser amado acima de tudo.Na infância, a avaliação da auto-imagem é feita pelos outros; chama-se a isto narcisismo dependente (dependente do olhar do outro) ou locus de regulação da auto-estima externo. Com o desenvolvimento psicológico, no adulto, o locus de regulação da auto-estima é interno, ou seja, predomina o narcisismo autárcico ou autogovernado.
António Coimbra de Matos, do «Prefácio»

quarta-feira, abril 18, 2007

Workshop TRABALHO COM FAMÍLIAS

Formadora: Alice Caldeira Cabral

OBJECTIVOS

1. sensibilizar os profissionais para alguns princípios e valores no trabalho com famílias em situação de vulnerabilidade;

2. melhorar a capacidade de compreensão das problemáticas subjacentes às situações de maus tratos e comportamentos abusivos por parte das figuras parentais;

3. melhorar a capacidade de detecção de situações de risco e de perigo para as crianças;

4. melhorar a capacidade de organizar a intervenção de forma integrada e intersectorial bem como a avaliação integrada.

Destinatários
Técnicos e Parceiros das Equipas de Intervenção Precoce;
 Técnicos e Parceiros que tenham frequentado o Módulo I
Local
Crespa da Figueira, Montemor-o-Novo
Data
Módulo I- 24 de Abril 2006
Módulo II- 2 de Maio 2006
Inscrições - 25 pessoas
email: iprecocemn@hotmail.com ou
Tel: 266899410 (responsável Manuela)
Preço: 20 €

Carga horária – 12 horas
(9,30-13h 14-16,30h)

Acreditação: A Cercimor está acreditada pelo Instituto para a Qualidade na Formação

CONTEÚDOS
Modulo II
• Reconhecimento Legal da importância da rede de relações informais
• Aspectos legais da intervenção: princípios orientadores da intervenção, segundo a Lei de promoção e protecção (147/99 de 1 de Set.)
• Objectivos do trabalho com as famílias das crianças em situação de risco social
• Compreender as diferentes formas de negligência e as suas consequências
• A Mudança como objectivo da intervenção e não como ponto de partida;
Módulo III
• Modelo de intervenção – eixos:
o Assegurar a segurança física da criança
o Assegurar o desenvolvimento da criança ou condições novas para que se possa desenvolver
o Assegurar a integração na comunidade
• Quando se afasta a criança – aspectos a ter em conta para a família
• Avaliação
• Indicadores de bom prognóstico para o regresso à família
• Chaves de sucesso para a intervenção em situações de negligência
• Encerrar uma intervenção:
o Critérios para avaliar quando a intervenção chegou ao fim
o Como fazer

Autismo e Comunicação

INTERVENÇÃO PRECOCE DE MONTEMOR-O-NOVO

está a organizar no dia 17, 18 e 19 de Maio uma formação sobre “Autismo e Comunicação”


Formadoras:
Terapeutas da Fala - Carmelina Mota
Paula Bravo

Com a colaboração de
Graça Santos - Terapeuta Ocupacional

Local : Intervenção Precoce de Montemor-O-Novo ; Crespa da Figueira Fax:266891547
7050-010 Montemor-o-Novo Tel:266891530

Email: iprecocemn@hotmail.com

Preço : 75 € (Dossier do Formando incluído)
(Máximo de 30 participantes)

sexta-feira, março 16, 2007

quinta-feira, março 15, 2007

Carta de um filho a todos os pais do mundo

Não me dês tudo o que te peço. Às vezes peço apenas para saber qual é o máximo que posso obter.
Não me grites. Respeito-te menos quando fazes isso; e ensinas-me a gritar também. E eu não quero fazê-lo.
Não me dês sempre ordens. Se em vez de dares ordens, às vezes me pedisses as coisas com um sorriso, eu faria tudo muito mais depressa e com gosto.
Cumpre as promessas, boas ou más. Se me prometeres um prémio, dá-o; mas faz o mesmo se for um castigo.
Não me compares com ninguém, especialmente com o meu irmão ou com a minha irmã. Se me fizeres sentir melhor que os outros, alguém irá sofrer; e se me fizeres sentir pior que os outros, serei eu a sofrer.
Não mudes tão frequentemente de opinião acerca daquilo que devo fazer. Decide, e depois mantém essa decisão.
Deixa-me desembaraçar sozinho. Se fizeres tudo por mim, eu nunca poderei aprender.
Não digas mentiras à minha frente, nem me peças que as diga por ti, mesmo que seja para te livrar de um sarilho. Fazes com que me sinta mal e perca a fé naquilo que me dizes.
Quando eu fizer alguma coisa mal, não me exijas que te diga a razão por que o fiz. Às vezes nem eu mesmo sei.
Quando estiveres errado em algo, admite-o e será melhor a opinião que eu terei de ti. Assim ensinar-me-ás a admitir os meus erros também.
Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que tratas os teus amigos. Lá por sermos família não quer dizer que não possamos ser também amigos.
Não me digas para fazer uma coisa que tu não fazes. Eu aprenderei aquilo que tu fizeres, ainda que não me digas para fazer o mesmo; mas nunca farei o que tu me aconselhas e não fazes.
Quando te contar um problema meu, não me digas «não tenho tempo para tolices», ou «isso não tem importância». Tenta compreender-me e ajudar-me.
E gosta de mim. E diz-me que gostas de mim. Agrada-me ouvir-te dizer isso, mesmo que tu não aches necessário dizê-lo.
(Marita Abraham)

Quando é...? Quando?

As crianças pequenas não têm ainda, assimilada, a noção de tempo. E é necessário que você ajude a compreender o que é o ontem, o hoje e o amanhã. No entanto, esta aprendizagem faz parte de um processo prolongado, intrínseco ao seu próprio desenvolvimento cognitivo.

Nos primeiros anos

Durante os primeiros anos de vida a criança vive para o imediato. Se quer alguma coisa... quer para aquele momento. Não sabe esperar e irrita-se se a sua vontade não é satisfeita.
No entanto, com o próprio desenvolvimento, irá ganhando algum timing, que lhe permitirá aceitar a espera, mais ou menos bem, consoante a necessidade que tem em determinado momento. Exemplo disso é o período em que tem fome: se a comida demora um pouco mais a chegar, certamente, ficará irritadiça. Isso demonstra que nem sempre tem capacidade para aceitar a espera.

Aprender a esperar

As crianças já conseguem nesta idade diferenciar alguns períodos de tempo. Já sabem que se estão no infantário e mais tarde vão estar com os seus papás em casa. Se agora é noite, são horas para ir dormir e quando chegar o dia, poderão brincar, ir à escola, etc.
Entretanto, e para que a sua aprendizagem seja mais efectiva, convém que os pais consigam estabelecer e manter rotinas. Depois do banho, o jantar, a história contada pela mamã e finalmente... o soninho descansado.

Uma nova aprendizagem

Aos três anos, uma criança já consegue entender algumas datas. Exemplo disso é o seu aniversário, o Natal, o Carnaval... Entende que são dias especiais e que só acontecem num dia especial que não pode mudar segundo a sua vontade.
Sabem que vão fazer anos, que vem aí o Carnaval ou que vão estar de férias. E isso tem um tempo certo para acontecer. Agora, já não é o imediato! Querem saber coisas acerca do futuro (Quando é o meu aniversário? Quando é o Carnaval? Quando será o Natal?).
Surgem também perguntas sobre o passado, acerca da vida antes de ele se lembrar. São poucos os pais que não foram confrontados com a pergunta: Porque é que eu não fui ao teu casamento?

Respostas à sua medida

A melhor forma de os ajudar, consiste em ser paciente com as perguntas “metralhadas”, a cada cinco minutos. Eles querem saber mais, e mais, e mais... Para que o seu filho entenda as suas repostas, tenha em conta algumas regras:
- Responda-lhe sempre sem expressões que se tornem ambíguas para a sua capacidade
- Nunca lhe dê respostas vagas, que possam suscitar novas perguntas, mais complexas
- Exemplifique as respostas com exemplos e questões do dia-a-dia.
Muitos são os pais que reclamam porque os seus filhos repetem as mesmas perguntas obsessivamente. Outros, queixam-se porque os seus filhos nada questionam. Em qualquer dos casos, a utilização de algumas técnicas, permitirá que o seu filho atinja o meio-termo.
- Embora seja demasiado cedo para o seu filho usar relógio de pulso, pode oferecer-lhe um de brincar. Assim, vai-se habituando a ver como funcionam os ponteiros e vai até aprendendo os números.
- Utilize o relógio de parede para lhe mostra o passar das horas. Explique-lhe que o papá chegará quando os ponteiros (grande e pequeno) estiverem alinhados a uma determinada hora.
- A utilização de calendários de parede, permite-lhe mostrar o tempo que falta. Se for um calendário daqueles com quadrados que se podem riscar, mais fácil será para ele, esperar pelo “grande dia”
- Festeje outros factos relevantes como “a chegada da Primavera”, uma “ida ao cinema”, os anos do pai e dos avós ...

A noção de tempo da criança é determinada pelos pais. Aqueles que vivem em stress diário, acabam por transmitir aos filhos esse mesmo stress. Como tal, quando estiver com o seu filho, esqueça esse stress e viva plenamente cada nova habilidade, cada gracinha que ele faz, cada sorriso que ele lhe oferece. Isso fá-lo-á feliz e a si também.

(Fonte Sapo Bebé)