sexta-feira, junho 01, 2007

SER CRIANÇA



"Ser criança é acreditar que tudo é possível.

É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco

É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos

Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.

É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.

Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.

Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser."


(Gilberto dos Reis)

Sabias que, como criança, tens direitos?
Em 1959 a ONU (Organização das Nações Unidas) escreveu e aprovou a "Declaração dos Direitos da Criança".
Esta declaração é composta por 10 artigos, muito simples, que dizem respeitos ao que podes fazer e ao que as pessoas responsáveis por ti devem fazer para que sejas feliz, saudável e te sintas seguro.(É claro que tu também tens responsabilidades para com as outras crianças e para com os adultos para que também eles gozem dos seus direitos.)
Vamos conhecer os 10 princípios da "Declaração..."?


Princípio 1ºToda criança será beneficiada por estes direitos, sem nenhuma discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião, país de origem, classe social ou situação económica. Toda e qualquer criança do mundo deve ter seus direitos respeitados!


Princípio 2ºTodas as crianças têm direito a protecção especial e a todas as facilidades e oportunidades para se desenvolver plenamente, com liberdade e dignidade. As leis deverão ter em conta os melhores interesses da criança.


Princípio 3ºDesde o dia em que nasce, toda a criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país.


Princípio 4ºAs crianças têm direito a crescer e criar-se com saúde. Para isso, as futuras mães também têm direito a cuidados especiais, para que seus filhos possam nascer saudáveis. Todas as crianças têm também direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica.


Princípio 5ºCrianças com deficiência física ou mental devem receber educação e cuidados especiais exigidos pela sua condição particular. Porque elas merecem respeito como qualquer criança.


Princípio 6ºToda a criança deve crescer num ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as mais pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário (para bem da criança). O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.


Princípio 7ºToda a criança tem direito a receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver as suas habilidades.E como brincar também é uma boa maneira de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e de se divertir!


Princípio 8ºSeja numa emergência ou acidente, ou em qualquer outro caso, a criança deverá ser a primeira a receber protecção e socorro dos adultos.


Princípio 9ºNenhuma criança deverá sofrer por negligência (maus cuidados ou falta deles) dos responsáveis ou do governo, nem por crueldade e exploração. Não será nunca objecto de tráfico (tirada dos pais e vendida e comprada por outras pessoas).Nenhuma criança deverá trabalhar antes da idade mínima, nem deverá ser obrigada a fazer actividades que prejudiquem sua saúde, educação e desenvolvimento.


Princípio 10ºA criança deverá ser protegida contra qualquer tipo de preconceito, seja de raça, religião ou posição social. Toda criança deverá crescer num ambiente de compreensão, tolerância e amizade, de paz e de fraternidade universal.


Se tudo isto for cumprido, no futuro as crianças poderão viver em sociedade como bons adultos e contribuir para que outras crianças também vivam felizes!


este texto foi retirado do site


DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?
Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.
As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!
Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.
Sabias que mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever? E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.
Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.
Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:- afecto, amor e compreensão;- alimentação adequada;- cuidados médicos;- educação gratuita;- protecção contra todas as formas de exploração;- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigosEstão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!


Dia Mundial da Criança em Portugal

Logo desde o início da comemoração do Dia Mundial da Criança, a 1 de Junho, Portugal participou logo nessa celebração.
Os governantes portugueses achavam importante colaborar em tudo o que mostrasse que se preocupavam com o bem-estar das nossas crianças!
No entanto, por causa do regime de Salazar, ao princípio nem tudo correu bem.Apoiava-se a "Declaração dos Direitos da Criança", mas não se fazia nada para que os seus 10 importantes princípios fossem cumpridos.
Depois do 25 de Abril, o Dia da Criança foi mais festejado e os pequenos portugueses tiveram direito a leis próprias que ficaram escritas na Constituição da República!
Estas leis estavam relacionadas com a educação, saúde e família.
A 21 de Setembro de 1990, pouco depois da " Convenção dos Direitos da Criança" se tornar uma lei internacional, Portugal ratificou o documento.Ou seja, comprometeu-se a cumprir o que lá está escrito e obedecer aos seus 54 artigos.
Isto significa que o governo português deve fazer todo o possível para que as crianças beneficiem dos direitos que estão na "Convenção...".
Infelizmente, mesmo com a "Convenção dos Direitos da Criança", ainda existem crianças:- que sofrem maus tratos;- com má alimentação;- que são obrigadas a trabalhar como adultos;- que não vão à escola.
Apesar de vivermos numa sociedade muito evoluída, a preocupação com as crianças tem de continuar.
Porque ainda há muitos países do mundo onde os mais pequenos continuam a trabalhar muitas horas, sem ir à escola e ganhando quase nada.
Sabias que em Portugal ainda existem centenas de crianças nesta situação?Todos podemos contribuir para mudar isto.
Ajuda os pais, mas não faltes à escola: cria um futuro melhor para ti!

este texto foi retirado do site:
http://www.junior.te.pt

segunda-feira, maio 14, 2007

Um Livro - um sorriso!!!


Se tens livros em casa e não sabes o que fazer com eles?!!



Manda para o PIPREM (Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz Av. Dr. António José de Almeida, 14 Ap. 61 7200-372 Reguengos de Monsaraz), pois há muitos pais que não têm possibilidades de comprar livros para os seus filhos (dos 0 aos 6 anos) e com a TUA ajuda podemos ver um sorriso a nascer!


Contamos contigo!!!

segunda-feira, maio 07, 2007

Um dia especial


Antes

Depois

No dia 4 de Maio o PIPREM quis proporcionar à mãe Natividade um dia diferente!


Fomos à esteticista e ao cabeleireiro... as imagens falam por si!!


(É tão bom ver o brilhozinho nos olhos da nosa mãe...e o sorriso que contagia os nossos corações!)


Queremos agradecer a colaboração do salão Dade Migueleito Cabeleireiros e da cabeleireira Clarinha, pois sem vossa ajuda este dia não teria sido possível!










História do dia da MÃE

Há historiadores que reclamam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.Também em Roma, a Mãe era celebrada em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo antes do nascimento de Cristo.

No século XVII, a Inglaterra popularizou o "Domingo da Mãe" nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.O Cristianismo instituiu a festa da "Igreja Mãe", verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males. Habitualmente, esta festa da Igreja fora sendo associada também à celebração do "Domingo da Mãe".Também no continente Americano, mais concretamente nos Estados Unidos, as comemorações do Dia da Mãe foram sugeridas, pela primeira vez, por Julia Ward Howe no ano de 1872, um dia cujo significado fora assumidamente associado a um dia de Paz contra o flagelo da Guerra Civil.Porém, o verdadeiro Dia da Mãe é comumente associado a Anna Jarvis.Aos 41 anos de idade, Jarvis perdera a sua mãe. Com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães.Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familiares.Mas foi em 1907 que Anna empreendeu o esforço necessário à instituição do Dia da Mãe. Com a ajuda de seus amigos, empreendeu uma campanha por correio com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.Os seus esforços goraram o efeito desejado, e foi a 10 de Maio de 1908 que, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe.Para adornar a cerimónia foram utilizados cravos vermelhos, a flor favorita da mãe de Anna. Desde então, os cravos vermelhos converteram-se no símbolo da mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram.A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul.Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.Em Portugal, o Dia da Mãe foi comemorado, em tempos idos, no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira de Portugal. Também o Dia 13 de Maio é ainda hoje associado às comemorações da Mãe. Porém, actualmente foram instituídas as comemorações do Dia da Mãe, no primeiro Domingo do mês de Maio.

Fonte: AEIOU

quarta-feira, maio 02, 2007

Minutos de Leitura

A editora Minutos de Leitura tem estórias de encantar... passe por lá em:



"Os nossos livros reflectem a inocência e a imaginação das crianças, através de temas com os quais elas se identificam, com muito humor e uma atitude desmistificadora dos seus medos, e, sempre, com ilustrações maravilhosas e imaginativas, ajudando assim os pais a educar e a comunicar melhor com os seus filhos. Queremos transmitir uma boa atitude!"

o cantinho da Leitura

A partir desde mês o PIPREM irá sugerir aos nossos leitores alguns livros recomendados para pais, que podem ajudá-los na arte de educar, de brincar e de estar...

O Pequeno DitadorDa criança mimada ao adolescente agressivo de Javier Urra

Editor: Esfera dos Livros
Colecção: Psicologia e Saúde
ISBN-13: 9789896260538
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 412
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 16 x 24 x 3 cm

Sinopse
Ouvimos falar de violência na escola, vemos notícias de professores que não conseguem controlar alunos indisciplinados, de crianças que humilham e maltratam os seus colegas. Mas há uma nova realidade, invisível, fechada em quatro paredes que é fundamental enfrentar: os pais são vítimas da violência dos filhos dentro das suas próprias casas. Actualmente existem casos de filhos que batem nos pais. Crianças mimadas, sem limites, a quem tudo se consente, que organizam a vida familiar, dão ordens aos pais, chantageiam quem os tenta controlar. Crianças que se tornam jovens agressivos, que enganam, ridicularizam os maiores, que não hesitam em roubar a carteira da mãe. Adolescentes que desenvolvem condutas violentas e marginais. Em suma, filhos que impõe a sua própria lei. É preciso educar no respeito e afecto, transmitir valores, falar com as crianças, ouvi-las, ensiná-las a aceitar as frustrações, impor limites e exercer a autoridade sem medo. É preciso recorrer a ajuda especializada sem vergonha.

Livro de Reclamações das Crianças de Eduardo Sá
Editor: Oficina do Livro
Colecção: Comportamento
ISBN-13: 9789895552481
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 104
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 15 x 21 x 1 cm
Sinopse
Mal sabem os pais o que as crianças são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas.
Os pais são a entidade reguladora das reclamações das crianças. São, digamos assim, rezingões como elas. Tão depressa são os “donos da bola” dos caprichos como os mais habilidosos “números 10” da pieguice e da lamúria. Os pais são o rei leão, quando se trata de proteger, ou um bambi carinhoso, quando um filho os aninha num abraço. E imaginam que o mundo das crianças seria mais fácil se alguém as equipasse com um manual de instruções. Mal sabem os pais o que as crianças (mesmo as mais pequeninas) são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas. Neste livro só lhe damos o mapa do tesouro. Logo que o sinta, por entre as palavras das crianças, faça o favor de o procurar pelos seus dedos. No espaço que vai entre os olhos dos seus filhos e o seu coração.

Excerto da obra“Um adulto é uma pessoa que trabalha para comprar um carro todo equipado. De resto, é uma pessoa igual às outras.”Luís, 10 anos
“Os adultos dizem para nós não gritarmos mas, depois, são eles que gritam. Às vezes, a minha mãe diz: «João, não grites que me dói a cabeça!» e depois chama-me
«JOOÃÃÃÃÃÃOOOOO».João, 10 anos
“Eu acho que os adultos, às vezes, vivem muito separados uns dos outros.”Inês, 10 anos
Favorecer a Auto-Estima dos 0 aos 6de Danielle Laporte
Editor: Climepsi Editores
Colecção: Crescer & Viver
ISBN-13: 9789727962475
Ano de Edição: 2007
N.º de Páginas: 96
Dimensões: 16 x 23 x 1 cm
Sinopse
As experiências de êxito constituem um importante contributo adicional na regulação narcísica e reforço da auto-estima: sucesso físico, intelectual e afectivo; sobretudo, este último. «Gostam de mim; sou gostável e gostado» – eis o que cada um deseja e precisa para se sentir bem consigo mesmo: o ser amado acima de tudo.Na infância, a avaliação da auto-imagem é feita pelos outros; chama-se a isto narcisismo dependente (dependente do olhar do outro) ou locus de regulação da auto-estima externo. Com o desenvolvimento psicológico, no adulto, o locus de regulação da auto-estima é interno, ou seja, predomina o narcisismo autárcico ou autogovernado.
António Coimbra de Matos, do «Prefácio»

quarta-feira, abril 18, 2007

Workshop TRABALHO COM FAMÍLIAS

Formadora: Alice Caldeira Cabral

OBJECTIVOS

1. sensibilizar os profissionais para alguns princípios e valores no trabalho com famílias em situação de vulnerabilidade;

2. melhorar a capacidade de compreensão das problemáticas subjacentes às situações de maus tratos e comportamentos abusivos por parte das figuras parentais;

3. melhorar a capacidade de detecção de situações de risco e de perigo para as crianças;

4. melhorar a capacidade de organizar a intervenção de forma integrada e intersectorial bem como a avaliação integrada.

Destinatários
Técnicos e Parceiros das Equipas de Intervenção Precoce;
 Técnicos e Parceiros que tenham frequentado o Módulo I
Local
Crespa da Figueira, Montemor-o-Novo
Data
Módulo I- 24 de Abril 2006
Módulo II- 2 de Maio 2006
Inscrições - 25 pessoas
email: iprecocemn@hotmail.com ou
Tel: 266899410 (responsável Manuela)
Preço: 20 €

Carga horária – 12 horas
(9,30-13h 14-16,30h)

Acreditação: A Cercimor está acreditada pelo Instituto para a Qualidade na Formação

CONTEÚDOS
Modulo II
• Reconhecimento Legal da importância da rede de relações informais
• Aspectos legais da intervenção: princípios orientadores da intervenção, segundo a Lei de promoção e protecção (147/99 de 1 de Set.)
• Objectivos do trabalho com as famílias das crianças em situação de risco social
• Compreender as diferentes formas de negligência e as suas consequências
• A Mudança como objectivo da intervenção e não como ponto de partida;
Módulo III
• Modelo de intervenção – eixos:
o Assegurar a segurança física da criança
o Assegurar o desenvolvimento da criança ou condições novas para que se possa desenvolver
o Assegurar a integração na comunidade
• Quando se afasta a criança – aspectos a ter em conta para a família
• Avaliação
• Indicadores de bom prognóstico para o regresso à família
• Chaves de sucesso para a intervenção em situações de negligência
• Encerrar uma intervenção:
o Critérios para avaliar quando a intervenção chegou ao fim
o Como fazer

Autismo e Comunicação

INTERVENÇÃO PRECOCE DE MONTEMOR-O-NOVO

está a organizar no dia 17, 18 e 19 de Maio uma formação sobre “Autismo e Comunicação”


Formadoras:
Terapeutas da Fala - Carmelina Mota
Paula Bravo

Com a colaboração de
Graça Santos - Terapeuta Ocupacional

Local : Intervenção Precoce de Montemor-O-Novo ; Crespa da Figueira Fax:266891547
7050-010 Montemor-o-Novo Tel:266891530

Email: iprecocemn@hotmail.com

Preço : 75 € (Dossier do Formando incluído)
(Máximo de 30 participantes)

sexta-feira, março 16, 2007

quinta-feira, março 15, 2007

Carta de um filho a todos os pais do mundo

Não me dês tudo o que te peço. Às vezes peço apenas para saber qual é o máximo que posso obter.
Não me grites. Respeito-te menos quando fazes isso; e ensinas-me a gritar também. E eu não quero fazê-lo.
Não me dês sempre ordens. Se em vez de dares ordens, às vezes me pedisses as coisas com um sorriso, eu faria tudo muito mais depressa e com gosto.
Cumpre as promessas, boas ou más. Se me prometeres um prémio, dá-o; mas faz o mesmo se for um castigo.
Não me compares com ninguém, especialmente com o meu irmão ou com a minha irmã. Se me fizeres sentir melhor que os outros, alguém irá sofrer; e se me fizeres sentir pior que os outros, serei eu a sofrer.
Não mudes tão frequentemente de opinião acerca daquilo que devo fazer. Decide, e depois mantém essa decisão.
Deixa-me desembaraçar sozinho. Se fizeres tudo por mim, eu nunca poderei aprender.
Não digas mentiras à minha frente, nem me peças que as diga por ti, mesmo que seja para te livrar de um sarilho. Fazes com que me sinta mal e perca a fé naquilo que me dizes.
Quando eu fizer alguma coisa mal, não me exijas que te diga a razão por que o fiz. Às vezes nem eu mesmo sei.
Quando estiveres errado em algo, admite-o e será melhor a opinião que eu terei de ti. Assim ensinar-me-ás a admitir os meus erros também.
Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que tratas os teus amigos. Lá por sermos família não quer dizer que não possamos ser também amigos.
Não me digas para fazer uma coisa que tu não fazes. Eu aprenderei aquilo que tu fizeres, ainda que não me digas para fazer o mesmo; mas nunca farei o que tu me aconselhas e não fazes.
Quando te contar um problema meu, não me digas «não tenho tempo para tolices», ou «isso não tem importância». Tenta compreender-me e ajudar-me.
E gosta de mim. E diz-me que gostas de mim. Agrada-me ouvir-te dizer isso, mesmo que tu não aches necessário dizê-lo.
(Marita Abraham)

Quando é...? Quando?

As crianças pequenas não têm ainda, assimilada, a noção de tempo. E é necessário que você ajude a compreender o que é o ontem, o hoje e o amanhã. No entanto, esta aprendizagem faz parte de um processo prolongado, intrínseco ao seu próprio desenvolvimento cognitivo.

Nos primeiros anos

Durante os primeiros anos de vida a criança vive para o imediato. Se quer alguma coisa... quer para aquele momento. Não sabe esperar e irrita-se se a sua vontade não é satisfeita.
No entanto, com o próprio desenvolvimento, irá ganhando algum timing, que lhe permitirá aceitar a espera, mais ou menos bem, consoante a necessidade que tem em determinado momento. Exemplo disso é o período em que tem fome: se a comida demora um pouco mais a chegar, certamente, ficará irritadiça. Isso demonstra que nem sempre tem capacidade para aceitar a espera.

Aprender a esperar

As crianças já conseguem nesta idade diferenciar alguns períodos de tempo. Já sabem que se estão no infantário e mais tarde vão estar com os seus papás em casa. Se agora é noite, são horas para ir dormir e quando chegar o dia, poderão brincar, ir à escola, etc.
Entretanto, e para que a sua aprendizagem seja mais efectiva, convém que os pais consigam estabelecer e manter rotinas. Depois do banho, o jantar, a história contada pela mamã e finalmente... o soninho descansado.

Uma nova aprendizagem

Aos três anos, uma criança já consegue entender algumas datas. Exemplo disso é o seu aniversário, o Natal, o Carnaval... Entende que são dias especiais e que só acontecem num dia especial que não pode mudar segundo a sua vontade.
Sabem que vão fazer anos, que vem aí o Carnaval ou que vão estar de férias. E isso tem um tempo certo para acontecer. Agora, já não é o imediato! Querem saber coisas acerca do futuro (Quando é o meu aniversário? Quando é o Carnaval? Quando será o Natal?).
Surgem também perguntas sobre o passado, acerca da vida antes de ele se lembrar. São poucos os pais que não foram confrontados com a pergunta: Porque é que eu não fui ao teu casamento?

Respostas à sua medida

A melhor forma de os ajudar, consiste em ser paciente com as perguntas “metralhadas”, a cada cinco minutos. Eles querem saber mais, e mais, e mais... Para que o seu filho entenda as suas repostas, tenha em conta algumas regras:
- Responda-lhe sempre sem expressões que se tornem ambíguas para a sua capacidade
- Nunca lhe dê respostas vagas, que possam suscitar novas perguntas, mais complexas
- Exemplifique as respostas com exemplos e questões do dia-a-dia.
Muitos são os pais que reclamam porque os seus filhos repetem as mesmas perguntas obsessivamente. Outros, queixam-se porque os seus filhos nada questionam. Em qualquer dos casos, a utilização de algumas técnicas, permitirá que o seu filho atinja o meio-termo.
- Embora seja demasiado cedo para o seu filho usar relógio de pulso, pode oferecer-lhe um de brincar. Assim, vai-se habituando a ver como funcionam os ponteiros e vai até aprendendo os números.
- Utilize o relógio de parede para lhe mostra o passar das horas. Explique-lhe que o papá chegará quando os ponteiros (grande e pequeno) estiverem alinhados a uma determinada hora.
- A utilização de calendários de parede, permite-lhe mostrar o tempo que falta. Se for um calendário daqueles com quadrados que se podem riscar, mais fácil será para ele, esperar pelo “grande dia”
- Festeje outros factos relevantes como “a chegada da Primavera”, uma “ida ao cinema”, os anos do pai e dos avós ...

A noção de tempo da criança é determinada pelos pais. Aqueles que vivem em stress diário, acabam por transmitir aos filhos esse mesmo stress. Como tal, quando estiver com o seu filho, esqueça esse stress e viva plenamente cada nova habilidade, cada gracinha que ele faz, cada sorriso que ele lhe oferece. Isso fá-lo-á feliz e a si também.

(Fonte Sapo Bebé)

quarta-feira, março 14, 2007

Acidentes domésticos

do Site Júnior

Por mais atento que se esteja às brincadeiras e traquinices das crianças, é impossível estar em todos os lugares ao mesmo tempo e dois olhos nunca são suficientes. Quando menos se espera o acidente pode acontecer. (Aliás, se fosse possível prevê-los deixariam de se chamar acidentes!)
Claro que não se pretende deixar os pais alarmados: apesar de não se poderem prever, os acidentes podem-se prevenir.
Sabia que as quedas registam o maior índice de acidentes domésticos nas crianças? Ou seja, 54% no total. Em segundo lugar estão os cortes, em terceiro as queimaduras e em quarto as intoxicações.
A prevenção exige cuidados especiais. Os pediatras concordam que "há acidentes impossíveis de prevenir, mas quando uma criança engole um botão ou bebe um detergente já não se trata de uma fatalidade, mas de falta de cuidado".
É preciso que os pais tenham consciência dos perigos que existem dentro das casas: "os arquitectos não projectam os edifícios a pensar em pessoas com apenas 90 cm!".
A cozinha é conhecida como "a zona de perigo" para os pediatras. Esta é a área da casa que tem que estar mais bem protegida contra a curiosidade infantil. Mas outras áreas também precisam de cuidados especiais.
Assim, aqui vão alguns conselhos para ajudar a diminuir as tragédias

Crianças dos 2 aos 6 anos

EM CASA - GERAL- instale grades ou protecções nas janelas a partir do primeiro andar;- instale "portões" nas escadas; - use vidros de segurança nas portas e coloque autocolantes coloridos em portas grandes de vidro;- os tapetes sobre ladrilhos ou chão encerado são extremamente escorregadios, para evitar quedas, cole o tapete ou coloque por baixo algum tipo de material anti-deslizante;- tape as fichas de electricidade com utensílios adequados, para que a criança não apanhe choques.

NA CASA DE BANHO- na banheira, a criança deve estar sempre sobre um tapete de borracha e ter suportes ao seu alcance para não perder o equilíbrio.

NA COZINHA- guarde facas, tesouras e armas ao alcance das crianças; - cuidado com as panelas (ao lume, sempre com o cabo para dentro), o fogão e o ferro de engomar; - quando a criança está na cozinha, mantê-la sempre vigiada; - ensine-lhe os perigos do fogo.

MEDICAMENTOS E PRODUTOS DE LIMPEZA
- só tenha em casa os remédios e produtos tóxicos absolutamente necessários;- mantenha remédios e produtos perigosos fora de visão e do alcance das crianças; - deite fora os restos de remédios e não os tome na frente das crianças (já que tendem a imitar os adultos); - não transfira produtos tóxicos para garrafas de sumos ou líquidos inócuos.

NO ESPAÇO EXTERIOR- nunca deixe a criança sozinha perto de piscinas e lagos.

ANIMAIS- ensine a criança a não acariciar animais estranhos nem a provocá-los;- ensine-a a não acordar um animal que está a dormir ou a aproximar-se deles quando estão a comer; - vacine os animais de casa.

Crianças dos 6 aos 12

A grande maioria das indicações anteriores mantêm-se nesta faixa etária. O bom senso dos pais define o ideal para o seu filho. No entanto, aqui vão outras indicações igualmente importantes para a segurança das crianças:
- usar bicicletas de tamanho apropriado e sempre com equipamento de segurança;- não transportar passageiros na bicicleta;- evitar que a criança ande atrasada, para que não se distraia dos perigos, com a pressa;- ensine a criança a nadar e a nunca entrar em águas perigosas;- ensine a criança a não se armar em valente, em qualquer ocasião que ponha em perigo a sua vida;- novamente, mantenha a educação relativamente aos cães e ao fogo;- no caso da roupa a pegar fogo, ensine-a a deitar-se, a rolar no chão (nunca correr) e a envolver a roupa em chamas com um cobertor;- esconda todas as armas de fogo longe do alcance das crianças e nunca as guarde carregadas!

Noutros casos, quando é impossível conseguir prever o que poderá fazer uma criança pronta a explorar um "novo mundo", o ideal é alertá-lo para os riscos. Se, por um lado, lhes estamos a dar "ideias loucas", também estamos a desenvolver-lhes a noção de perigo.
Para que a criança não ponha imediatamente em prática aquilo que a proibiu, é dever do adulto dar exemplos e explicar à criança, com toda a paciência, o porquê do perigo.
Se os pais apenas proibirem o filho de um acto qualquer, sem lhe dar uma explicação, a probabilidade da criança o pôr em prática é de 100% !
Explique sempre quando e porquê as suas acções lhe são permitidas a si e à criança não. Refira razões de capacidade, idade, segurança, adequação ou responsabilidade.

segunda-feira, março 05, 2007

Encontro de intervenção Precoce

Intervenção Precoce Hoje, da prevençaõ à intervenção- dia 29 e 30 de Março- Portalegre

dia 29

Painéis de Debate
} Redes de Apoio Social e sua importância para a Intervenção Precoce
} Prevenir: Vale a Pena
} ANIP: Boas Práticas na Intervenção Precoce
} Dinâmicas de Liderança em Intervenção Precoce
} Apresentação da Rede de Intervenção Precoce do Alentejo
} Apresentação da Rede de Intervenção Precoce do Distrito de Portalegre
} Qualidade das Práticas de Intervenção Precoce no Distrito
} A realidade da Prática - Estudo de Caso (Alentejo)

dia 30

Workshop
Escola Superior de Educação de Portalegre
Grupos de Trabalho Temáticos:
} Modelo Centrado na Família: Práticas de Intervenção Precoce
} O Risco Social: Formas de Articulação Interinstitucional
} Avaliação da Criança em Intervenção Precoce
} Cenários de Supervisão em Intervenção Precoce



Informações e Inscrições:


Informações e Inscrições:
Núcleo Distrital de Portalegre da REAPN - Rua D. Nuno Álvares Pereira, nº 61, 2º Dto. - 7300 - 200 Portalegre

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sexta-feira, março 02, 2007

DIA MUNDIAL DE SÍNDROME DE DOWN - 21 de MARÇO DE 2007

Vimos por este meio informá-los que a APPT21 - Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21, aderiu à comemoração do Dia Mundial de Síndrome de Down, no dia 21 de Março de 2007. No âmbito desta comemoração, a APPT21 e o seu Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS, organiza um ENCONTRO DE PAIS DE CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS COM TRISSOMIA 21, nas suas instalações do Centro Comercial da Bela Vista, em Lisboa.

O programa do encontro é o seguinte:
12:00 h Trissomia 21 fetal: uma experiência pessoal Francisca Prieto
12:30 h Sou capaz! Marcelina Souscek
13:00 h Almoço volante
14:00 h Alguns aspectos jurídicos quanto à protecção dos bens e das pessoas com trissomia 21
Isabel Marques Correia
15:00 h Perguntas livres dos pais
16:00 h Encerramento do encontro
ENTRADA LIVRE
Destinatários: pais e familiares de pessoas com Trissomia 21. Confirme já a sua presença através do telefone 21 8394222 ou pelo email geral@appt21.org.pt.

Consulte o programa do encontro em formato pdf. clicando no link http://appt21.org.pt/agenda/programa_dia_mundial

domingo, fevereiro 25, 2007

Encontro Nacional de Familias Apoiadas em Intervenção Precoce

Realizou-se ontem, em Telheiras, o II Encontro Nacional de Familias Apoiadas em Intervenção Precoce. Este encontro teve como principal objectivo mobilizar os pais das crianças que são apoiadas pela Intervenção Precoce, no sentido de fazer um levantamento da actual situação da IP a nível nacional e delinear futuras estratégias para que o serviço não seja extinto pelas actuais decisões politicas.
Todos os presentes, pais e técnicos, saíram da sala profundamente angustiados, pois o que se debateu demonstrou que o futuro da Intervenção Precoce é uma incógnita, e que, actualmente, só em poucas localidades é que se continuam a manter os apoios como está previsto no Despacho Conjunto 891/99, como é o caso dos concelhos abrangidos pelo PIPREM (Reguengos de Monsaraz e Mourão). Noutras localidades, como as do distrito de Lisboa ou outras do Norte do país, aconteceu, com um Despacho Interno do Secretário de Estado da Educação de 30 de Janeiro de 2006, uma reviravolta nas faixas etárias destinadas à Intervenção Precoce e nos apoios prestados pelos docentes de ensino especial, avizinhando-se um modelo no ensino especial, com as ONG's a funcionarem como centro de recursos, que poderá a longo prazo extinguir o modelo da Intervenção Precoce, visto que este tipo de apoio será centrado na escola e não centrado na família.
Mais ainda, ficarão a descoberto todas as crianças que, sem terem uma condição estabelecida (de deficiência), possuam um risco biológico ou um risco ambiental que poderá comprometer o seu desenvolvimento, a curto ou a longo prazo, como é o caso dos riscos de atraso grave do desenvolvimento, o que poderá aumentar no futuro as crianças com incapacidades a vários níveis. Ou seja, deixa-se de intervir precocemente, nas condições que não sejam de risco estabelecido, e passa-se a uma politica de reabilitação centrada exclusivamente na deficiência, com os apoios prestados por uma escola dita de qualidade (pois oferece recursos terapêuticos), e esquecem-se as competências das famílias e a importância do reforço destas para os ganhos desenvolvimentais da criança, voltando-se à visão do saber técnico sobreposto ao saber da família.
Como foi dito no Encontro, o objectivo não deve ser ditar a Intervenção Precoce como modelo único, mas sim trazer a IP à discussão, para que seja criada uma regra comum a nível nacional, e para que as famílias possam ter à disposição, se entenderem que é o melhor para si, o modelo de intervenção em que a IP se baseia. O objectivo é que as famílias futuramente apoiadas pela Intervenção Precoce, e que ainda não têm apoio, pois ainda dele não necessitaram, possam ter opção de escolha.
Penso que o que o Dr. Joaquim Gronita referiu, que no âmbito da Educação Especial têm sido os pais os principais impulsionadores das mudanças , através da mobilização da sociedade civil no sentido de uma pressão sobre o Estado para a criação de respostas para as necessidades específicas da infância e da família, deverá ficar como o mote do Grupo Misto de Pais e Técnicos e todos nós que estamos ligados à Intervenção Precoce devemos, um pouco por todo o país, trazer a IP à discussão, para que esta não seja silenciada sem que a sociedade civil disso dê conta...

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

A Equipa de Intervenção Precoce de Reguengos de Monsaraz e Núcleo de Mourão

A equipa é constituida por 10 técnicas:

A Enfermeira Marília Lourenço, a Educadora de Infância Maria josé Calquinha, a Terapeuta da Fala Ana Raquel de Brito, a Assistente Social Helena Augusto, a Psicóloga Vânia Pereira Branco, a Educadora de Infância, Maria José Gonçalves, a Psicóloga Carla Ferro, a Fisioterapeuta Joana Carrapatoso, aEducadora de Infância Paula Rosa e educadora de Infância Ana Paula Rola.

filha de ninguém




Tenho pena, tenho pena
Tenho pena, mas enfim
Tenho pena de gostar
De quem não gosta de mim.


Virginia Damásio

este poema foi feito por uma mãe que está a ser acompanhada pelo PIPREM.